Relatos e histórias picantes oferecem uma leitura excitante por te levar para dentro da experiência de outra pessoa!
Ler os relatos picantes de outras pessoas pode apimentar o seu dia e ainda te levar a prazerosos momentos a sós ou a dois, três… Enfim, nada te impede de se inspirar para viver seus próprios contos eróticos. A seguir segue uma história real, de um cara que se arriscou para viver uma aventura com a melhor amiga da namorada.
A melhor amiga da minha namorada
Digamos que me chamo Renato (vou mudar os nomes nessa história para evitar que minha namorada descubra, ok?), tenho 31 anos, sou alto e apesar de ir todos os dias na academia, não sou exatamente sarado. Resumindo, sou um cara comum.
Quando tudo aconteceu, uns dois meses atrás, eu já namorava há um ano e meio com a Laura, de 25 anos. Minha namorada é baixinha, do tipo mignon e loira. Delicada, a Laura tem seios pequenos, mas bonitos e não tem muitas curvas. Apesar de não ser exatamente meu tipo, eu gosto dela. Infelizmente, minha namorada não é muito safada.
O sexo com ela costuma ser um pouco mais do mesmo. Ás vezes, eu tento variar as coisas, proponho outras posições, o uso de brinquedos, mas nada parece animar muito ela. Mesmo assim, até aquele momento eu nunca tinha nem pensado em trair a Laura.
Gabi, a melhor amiga da minha namorada, é o exato oposto dela. Com 23 anos e estudante de Educação Física, Gabi é uma gostosa que está quase sempre com roupas de academia coladas ao corpo ou minivestidos quase transparentes. Sempre desconfiei que ela não usava calcinha.
Os seios fartos da Gabi estão quase sempre aparentes nos tops e decotes dos vestidinhos dela. As pernas dela deixam claro que ela faz todas as séries da academia. A bunda empinada e generosa completa seu corpo cheio de curvas, algo que eu aprecio e muito. Quando não está trabalhando como personal trainer ou na faculdade, Gabi gosta de sair com o grupo de amigos, que eu tenho sorte de fazer parte por causa da Laura.
Apesar de adorar a companhia da Gabi estava cada vez mais difícil interagir com ela sem deixar aparente meu pau duro ou simplesmente que eu estava pensando alguma sacanagem olhando para aqueles lábios fartos. Quantas vezes Laura chamou minha atenção por que eu estava distraído imaginando aquela boca engolindo meu pau?
Geralmente, as quintas à noite, eu e Laura saímos com alguns amigos, incluindo a Gabi. Numa dessas noites, muitos membros do grupo habitual não puderam ir. Na mesa do bar, estava eu, Laura, Gabi e mais dois amigos nossos. De repente, Laura recebeu uma mensagem da sua mãe perguntando se ela poderia ajudar com a avó.
A mãe da minha namorada quase nunca pede nada e quando pede, normalmente, é algo relacionado à avó de Laura que está doente. Nesse caso, ela nunca diz não. Eu já me preparava pra levantar e ir embora com ela, porém, Laura disse que iria de Uber e que eu deveria ficar e conversar mais com nossos amigos. Aceitei sem protestar, eu queria curtir minha quinta a noite.
Depois que Laura foi embora, percebi que Gabi, que estava sentada na minha frente, mudou de atitude. Ela olhava profundamente em meus olhos e enquanto eu falava sobre qualquer besteira, começou a brincar com o canudinho do drink, vagorosamente passava a língua por ele, sem beber nada. Achei que estava ficando doido quando ela começou a simular estar chupando o canudo.
Aquele vestidinho branco de alcinhas que ela usava era quase transparente e eu podia ver seus mamilos duros de tesão. Se eu ainda tinha alguma dúvida, passei a ter certeza quando senti a perna dela passando pela minha embaixo da mesa. Ao mesmo tempo em que estava adorando fiquei com medo dos outros dois amigos perceberem. Mas, eles estavam muito concentrados na conversa deles.
Decidi que daquela noite ela não escapava, assim tive paciência e muito autocontrole para aguentar mais uma hora de conversa fiada. Os outros dois amigos decidiram ir embora e eu como o cavalheiro que sou me prontifiquei a dar uma carona pra Gabi. Entramos no carro sem dizer uma única palavra.
Assim que saímos do estacionamento do bar, fui trocar a marcha e minha mão acabou na coxa dela. Nesse momento pude ver pelo canto de olho que ela sorria, claro que essa safada também queria. Minha mão foi subindo apertando a perna dela, quando cheguei na buceta dela descobri que ela realmente não usava calcinha. Minha mão logo ficou molhada e quente. Sem dizer nada, conduzi o carro para um lugar escuro e sem movimento, onde já tinha comido outras putinhas como a Gabi, estacionei. Não dava para esperar até chegar em casa.
Quando parei o carro soltei meu cinto de segurança e ela fez o mesmo. Nos olhamos por cerca de dez segundos, até que eu a beijei com todo o tesão acumulado de muito tempo. Puxei ela pelos cabelos e enquanto beijava sua boca, meus dedos brincavam no clitóris dela. Gabi soltava uns gemidinhos involuntários.
Continuando com meus dedos no clitóris dela, comecei a beijar e chupar o pescoço dela, foda-se que ia ficar cheio de marcas. Então, pela primeira vez, falei em seu ouvido “Sua putinha, eu quis comer você desde que te conheci”. Rindo, daquele jeito gostoso que só ela ri, Gabi me respondeu “Eu sei, já vi seu pau duro algumas vezes”. Culpado, ela tinha razão.
Com todo o tesão que eu tava sentindo puxei as alcinhas do vestido dela revelando aqueles seios fartos e bronzeados. Coloquei seus seios na minha boca e ela gemeu muito alto, tinha gozado pela primeira vez naquela noite. Sorrindo, ela beijou minha boca e logo tirou minha camiseta. Depois de beijar meu peito, ela abriu minha calça, a essa altura meu pau já tava latejando de tão duro.
Olhando nos meus olhos, ela começou a lamber a cabeçona do meu pau assim como fez com aquele canudinho. Cada vez que a língua dela passava eu sentia que ia explodir, ela ficou brincando um pouco, até que eu não aguentei mais. Segurei a Gabi pelos cabelos e impus o ritmo, a boca dela passou a engolir meu pau com vontade. Aquela safada quase engasgou umas três vezes, porque meu pau é grande, mas mesmo assim engolia mais fundo.
Eu já tava quase gozando olhando para aquela morena peituda deliciosa me chupando, quando ela disse: “vamos pro banco de trás”. Sem nem pensar, eu fui, deitei, ela subiu em mim e senti meu pau entrar naquela buceta quente, apertada e encharcada. Gabi cavalgava num ritmo único, rebolava e me fazia delirar de tanto tesão.
De tempos em tempos ela colocava um dos mamilos na minha boca e gemia baixinho quando eu lambia. Ficamos assim um bom tempo, ela gozou mais duas vezes e confesso que às vezes eu tinha medo de ser pego por alguém que estivesse passando. Ao perceber que ia gozar, olhou nos meus olhos e disse “quero a tua porra na minha cara”.
Mudamos de posição, eu fiquei em cima dela e gozei tudo na cara daquela safada, ela ficou toda lambuzada. Tive o maior cuidado para direcionar toda a porra para cima dela, evitando sujar o banco do meu carro.
Ficamos uns minutos em êxtase, até que nos recuperamos e eu perguntei se ela teria aula na faculdade ou que trabalhar no dia seguinte. Ela disse que não. Levei Gabi para minha casa, chegando lá respondi algumas mensagens da Laura dizendo que levei sua amiga, sã e salva para casa. Gabi fez o mesmo, respondeu para a amiga que tinha chegado em casa e iria dormir.
Naquela noite a Gabi não dormiu, comi ela de todas as formas que sempre imaginei. A safada gostou tanto que aceitou manter um lance escondido da Laura. Quem sabe um dia a gente convence a Laura a fazer um ménage.